segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Apenas uma piada… Será mesmo uma piada?

EM BRASÍLIA

A mulher está andando no supermercado, conferindo preços:

- É um absurdo! Quase 9 reais numa lata de leite em pó! lsso é culpa daquele filho da puta do meu marido...

Nessa, um segurança estava só de olho na mulher. Mais alguns minutos, ela esbraveja outra vez:

Olha isso! Mais de 3 reais uma lata de óleo! lsso é culpa daquele filho da puta!

E o segurança ali, de olho na mulher. E a mulher não parava de reclamar:

- Agora, é demais! Quase 3 reais um quilo de tomates! Isso é culpa daquele filho da puta!

Ai, o segurança não agüentou e abordou a mulher, identificando-se prontamente:

- Sou da Polícia Federal! Poderia me dizer quem é o filho da puta a quem está se referindo?

E a mulher:

- Tô falando do meu marido...

A mulher foi embora e o segurança ficou coçando a cabeça, querendo se lembrar de algo:

- Caramba, como a mulher do presidente tá diferente...

Espíritos Zombeteiros

Espíritos zombeteiros, como são chamados popularmente, nada mais são do que irmãozinhos desencarnados que ainda não encontraram a luz. Em princípio, não fazem o mal nem prejudicam ninguém, mas gostam muito de brincar, debochar, principalmente com pessoas vulneráveis, que não estão preparadas para lidar com eles. Isso acontece com uma freqüência maior do que muita gente imagina. Na língua alemã, existe uma palavra para designar um espírito considerado brincalhão: poltergeist.

Esses espíritos são capazes de fazer inúmeras coisas que, do ponto de vista material, seriam impossíveis. Mas fazem. E, em alguns casos, mesmo sem ter a intenção, assustam, causam pânico e terror, além de prejudicar os outros.

Há uns 30 anos, houve um caso estarrecedor, em uma cidade do interior paulista, envolvendo espíritos brincalhões. Só que, naquela ocasião, as brincadeiras já estavam passando dos limites e causando problemas a uma família inteira.

Pelo pouco que me lembro desse caso, tratava-se de uma família de classe média, que vivia em uma modesta casa. A família era composta pelo pai, pela mãe, por uma adolescente de seus 14 anos e mais duas crianças entre 7 e 10 anos.

Os fenômenos começaram repentinamente. Coisas desapareciam e depois surgiam em lugares completamente absurdos, como, por exemplo, dentro da geladeira!

Às vezes, os espíritos causavam ruídos perturbadores, impedindo que as pessoas da casa pudessem dormir em paz.

No início, foi tudo assim, mas, com o passar do tempo, os espíritos tornaram-se mais agressivos e a família toda entrou em pânico.

A mãe, em uma certa tarde, havia terminado de passar a roupa e levou as peças dos filhos para guardar no armário. Foi ela sair do quarto, sentiu um cheiro de queimado. Quando voltou, viu que só as peças de roupa da filha mais velha, a de 14 anos, estavam queimando. De acordo com ela, “a roupa queimava como quando a gente toca fogo em uma esponja de aço, dessas de se lavar louça”. As roupas da garota de 14 anos estavam no meio das outras peças, que nada sofreram. Nem chamuscadas ficaram! Esse fenômeno é conhecido como parapirogenia e tem ligação com o espiritismo, sim.

Alguns dias depois, aconteceu a mesma coisa: as roupas da filha de 14 anos voltaram a se queimar, espontaneamente, da mesma forma.

Os pais estavam acreditando que aquilo pudesse ser traquinagem dos filhos menores, que, talvez, se sentissem enciumados, já que a menina de 14 anos tinha alguns privilégios que os outros não tinham, como poder voltar mais tarde da rua para casa. Então, a mãe decidiu vigiar as crianças com mais rigor, a fim de ver do que eles costumavam brincar.

Só que uma vez as três crianças estavam na frente de casa quando ocorreu novamente o fenômeno da parapirogenia, e sempre danificando algumas peças de roupa da filha mais velha.

Afastada a hipótese de ser traquinagem das crianças, os pais ficaram realmente preocupados e decidiram procurar um padre e contar o que estava acontecendo. O sacerdote, imediatamente, dirigiu-se à casa da família, benzeu-a e assegurou que, a partir daquele dia, eles poderiam ficar em paz.

Em paz que nada! Foi a partir da visita do padre à casa que os fenômenos intensificaram-se.

Pedras atravessavam o telhado e caíam na sala, sempre a poucos centímetros de alguém. Nunca, em nenhuma ocasião, alguém foi ferido. Depois, facas e garfos atravessavam a casa voando, indo na direção do pai ou da mãe, mas sem feri-los em momento algum.

Dessa vez, a menina de 14 anos não foi vítima nem das pedras nem dos talheres, fato que deixou a todos mais perturbados ainda.

A família, muito assustada, se reuniu e todos decidiram que o melhor seria mudar daquela casa, ir morar em algum lugar bem longe dali.

E foi o que fizeram. Alugaram outra casa, mais modesta ainda, em uma cidadezinha próxima, de modo que o pai pudesse continuar no seu atual emprego.

Durante um tempo, os fenômenos cessaram. Todos já estavam respirando aliviados quando tudo voltou a acontecer.

A mãe estava fazendo o almoço. No fogão, havia uma panela com arroz e outra com feijão. Ela ouviu um ruído no lado de fora da casa e foi verificar. Quando voltou e abriu a tampa da panela de arroz encontrou uma nota de um cruzeiro enrolada. Voltou a pensar que pudesse ser “coisa das crianças”. Chamou os filhos, que estavam se trocando para ir à escola, mas eles juraram que não haviam chegado nem perto da cozinha.

As crianças almoçaram, foram para a escola e a mãe continuou fazendo comida, pois logo o marido chegaria do serviço para almoçar. Foi aí que a mulher ouviu, novamente, um ruído estranho no quintal. Como estava sozinha, ficou com medo e trancou rapidamente a porta da cozinha. Foi para a sala e viu que a porta estava devidamente trancada. Ao voltar para a cozinha, notou que a panela do feijão estava destampada. Dentro havia várias cédulas de um cruzeiro misturadas ao feijão. A pobre mulher deu um grito de desespero, destrancou rapidamente a porta da cozinha e saiu, gritando, pedindo socorro para a vizinha.

A vizinha, que era espírita, aconselhou a mulher a pedir auxílio no centro espírita, pois só eles poderiam dizer o que estava acontecendo.

Depois desse dia, nada mais aconteceu e todos na família preferiram pensar de que se tratava de “alguma coisa inexplicável” e não procuraram ajuda no centro espírita, como a vizinha havia recomendado.

Mas a trégua dos espíritos brincalhões foi curta, e novas ocorrências deixaram a família, mais uma vez, em estado de pânico e desespero.

Em uma manhã fria de inverno, o pai saiu de casa e viu a bicicleta da filha mais velha passar-lhe por cima da cabeça, numa espécie de “vôo rasante”. Depois, espatifou-se no muro lateral da casa.

Em seguida, a mãe chegou gritando, pois os copos e os pratos estavam saindo do escorredor de louça e voando pela cozinha, caindo no chão e na pia e quebrando-se todos.

Em menos de 5 minutos, tudo ficou calmo novamente. A mulher, então, decidiu seguir o conselho da vizinha, conselho que havia sido dado meses atrás, e foi procurar orientação no centro espírita do bairro.

Ali, disseram a ela que os fenômenos se deviam a espíritos brincalhões, ou zombeteiros, que atuavam na casa, sendo que o agente causador era justamente a filha mais velha, que estava entrando na adolescência (naquela época, a adolescência começava por volta dos 13, 14 anos).

A mulher passou a freqüentar o centro. Semanas depois, os demais membros da família também aceitaram segui-la.

Com o passar dos meses, os fenômenos foram diminuindo e cessaram por completo. Mas isso só se deu mesmo quando a menina mais velha arrumou um namorado aos 15 anos de idade.

domingo, 2 de agosto de 2009

Fim de Noite – Piadas BEEEEEM Pesadas

[DESACONSELHÁVEL PARA MENORES DE 18 ANOS]

 

E DÁ-LHE SONECA...

O camarada, mais bêbado que um gambá, chega no bar, se aproxima do balcão e diz:

- Me dá uma pinga!

Em seguida, cospe no chão e diz:

- Soneca joga pra caralho!

O dono do bar lhe dá a pinga. O cara bebe tudo num gole só, dá outra cuspida no chão e diz:

- Soneca joga pra caralho! Me dá outra pinga!

E ficou nisso. Depois da décima nona pinga, o cara do bar diz:

- Não vou te servir mais, enquanto você não me explicar direito essa história de Soneca...

- Tá legal! Me põe mais uma pinga aí, que eu conto tudo!

O dono do bar serviu mais uma pinga. O cara tomou tudo num gole só, cuspiu no chão e disse:

- Soneca joga pra caralho!

Fez uma pausa e começou:

- É o seguinte, meu chapa... eu estava no bar aí da avenida, quando chegou o Soneca e me convidou pra jogar snooker...

- Tá, tá... E daí?

- Aí, eu falei pra ele que, se ele matasse todas as bolas numa tacada só, eu chupava o pau dele!

O cara do bar, todo interessado, perguntou:

- E aí? E aí? Ele conseguiu matar todas as bolas numa tacada só?

E o bêbado, cuspindo no chão:

- Soneca joga pra caralho!

PAPAI ESPERTO

A garota fez 18 anos e foi falar com o pai:

- Pai, eu fiz 18 anos e queria te pedir um presente...

- O que você quer, minha filha?

- Quero um carro! Me dá um carro?

O pai se ajeitou no sofá, apontou para o pau e disse:

- Faz uma chupetinha pro papai, que eu te dou o carro!

- Ah, paiê, pára com isso! - disse a garota, saindo em seguida.

No ano seguinte, ao completar 19 anos, a moça voltou a pedir para o pai:

- Pai, me dá um carro de presente de aniversário?

O pai se ajeitou no sofá, apontou para o pau e disse:

- Faz uma chupetinha pro papai, que eu te dou o carro de presente!

A menina deu um sorrisinho maroto e disse:

- Ah, paiê! Pára com isso, né?

No ano seguinte, quando completou 20 anos, lá foi a garota de novo falar com o pai:

- Pai, me dá um carro de presente de aniversário?

O pai se ajeitou no sofá, apontou para o pau e disse:

- Faz uma chupetinha pro papai, que eu te dou o carro de presente, filha!

A garota pensou, pensou e concordou:

- Tá bom, papai... Eu te faço uma chupetinha!

O pai tirou as calças, abaixou a cueca e deu o pau, duro, para a filha. A garota abocanhou o membro do pai e, na hora, o largou, fazendo uma expressão de nojo:

- Ai, paiê, o seu pau tá com gosto de merda!

E o pai:

- É que o seu irmão acabou de ganhar uma moto!

SEIOS VOLUMOSOS

A mulher quase não tinha seios. Era uma verdadeira tábua. Cansada de ouvir gracinhas, procurou uma amiga que lhe deu a dica:

- Tem um feiticeiro lá no Xingu, no Mato Grosso, que, acredito, pode resolver o seu problema, queridinha...

E a mulher foi. Chegando lá, explicou o problema ao feiticeiro e este lhe disse:

- A partir de amanhã, todos os dias quando você sair de casa, vai haver um sapo na sua porta, que vai lhe fazer uma pergunta. Cada vez que você responder não, seus seios crescerão um pouquinho...

E assim aconteceu. No dia seguinte, a mulher saiu e na frente de sua casa, havia um sapo. E o sapo foi logo perguntando:

- Quer casar comigo?

E ela:

- Não!

Então, seus seios cresceram um pouco. No dia seguinte, a mesma coisa:

- Quer casar comigo? - perguntou o sapo.

- Não! - respondeu a mulher.

E os seios dela cresceram mais um pouquinho. E assim foi. Todos os dias, a mesma coisa. Quando os seios dela estavam no tamanho desejado, ela foi atrás do feiticeiro, para pedir que ele desfizesse o encanto. Acontece que o feiticeiro havia morrido e ninguém poderia quebrar o feitiço. A mulher voltou para casa e no dia seguinte, lá estava o sapo, na sua porta, fazendo a mesma pergunta:

- Quer casar comigo?

A mulher, que já estava de saco cheio de todos os dias ouvir a mesma pergunta e acabou esbravejando:

- Não! Eu já disse não!!! Mil vezes não!!!

A ÚLTIMA DO PORTUGUÊS

Quando o Manoel veio para o Brasil, quis logo montar um negócio. Fez consultas daqui e dali e descobriu que, se montasse um motel, ficaria rico. E foi o que fez. Montou um motel, mas os negócios não foram bem. Preocupado, procurou um patrício, que já morava no Brasil há alguns anos:

- Joaquim, montei um motel e até hoje foram poucas pessoas... A maioria, famílias inteiras: pai, mãe, filhos, avós...

O amigo do portuga ficou encafifado e perguntou:

- Que nome destes ao teu motel?

E o portuga:

- Ora, Motel Nossa Senhora de Fátima!

- Ah, está aí o problema! Tens que mudar o nome imediatamente!

- Que nome eu ponho?

- Um nome sugestivo, que tenha a ver com motel...

O português pensou, pensou, até que algo lhe passou pela cabeça. Se despediu do amigo e foi embora. Depois de uma semana, o português liga pro amigo:

- Joaquim, venha cá na delegacia me soltaire! Estou preso!

- Por quê?

- Por causa do bendito nome novo do motel!

- E que nome puseste no teu motel?

- Motel Fados & Fodas!

O PINTOR TÍMIDO

O sujeito era pintor. Um dia, ele conheceu uma mulher que bagunçou com seus sentimentos. Ficou gamadão na moça, mas não sabia como chegar nela. Ensaiou várias maneiras de abordagem, até que tomou coragem e disse para a mulher:

- Quanto você cobraria para posar para mim, vestida, é claro?

A moça pensou um pouco e respondeu:

- Duzentos reais...

O pintor, na hora, topou. Pagou-lhe o cachê adiantado e lá se foram os dois para o ateliê dele. A moça se posicionou conforme o rapaz havia pedido e os dois ficaram lá. Ela imóvel e ele admirando-a, louco de tesão. Foi aí que resolveu fazer outra proposta:

- Quanto você cobraria para posar só de calcinha e sutiã?

A moça pensou, pensou e disse:

- 500 reais!

Ele ficou todo animado. Saiu correndo e foi ao caixa eletrônico, pegar mais dinheiro, pois não dispunha de tal quantia em sua casa. Voltou, todo ofegante, e começou a pintar, contemplando a moça agora só de calcinha e sutiã.

Não suportando mais o tesão, ele foi objetivo:

- Quanto você cobra para posar nua para mim?

A moça pensou um pouco e respondeu:

- 3 mil reais...

O cara pediu dois dias de prazo para ela. Aí, correu para vender tudo o que podia, a fim de juntar o dinheiro.

Dois dias depois, com os 3 mil reais na mão, ele disse para a moça:

- Pronto! Aqui está o que combinamos! Tira a roupa!

A garota tirou a roupa e ficou nua em pêlo. E o camarada começou a pintá-la. Dez minutos depois, já sem poder se controlar, ele foi até ela, já com os olhos brilhando e disse, ofegante:

- Vem cá, meu amor, quanto você cobra pra dar pra mim?

Ela deu um sorrisinho maroto e respondeu sem pensar:

- Ah, o mesmo que eu cobro dos outros... 50 reais...

Meio-dia em Ponto - ABC da Sedução

Quando o assunto é sedução, vale a pena conhecer o abecedário completo – ou quase completo.

ABRAÇO

Os estudiosos de comportamento humano dizem que as pessoas seriam mais felizes e prósperas em suas vidas se tivessem o hábito de se abraçarem com mais freqüência. No amor e no sexo, esta regra é mais do que obrigatória.

BEIJO

Muitas pessoas, principalmente as mulheres, se queixam da ausência dos beijos durante a relação sexual. Os sexólogos são unânimes em afirmar que o beijo deve ocorrer nas preliminares, no durante e no depois, porque reafirma a comunhão daqueles dois corpos e almas.

CARÍCIAS

Assim como o beijo é importantíssimo numa relação sexual, as carícias também o são. Para que pressa? Gostoso mesmo é aquele momento em que o casal namora com os olhos e viaja com as mãos no corpo do parceiro. E depois do orgasmo não existe nada mais aconchegante que uma série de carícias bem determinadas.

ENTREGA TOTAL

Quando o assunto é sexo, ou a gente se entrega totalmente ou é melhor nem começar. Assim como não existe mulher meio grávida, também não existe essa coisa de “não consigo me entregar totalmente, pois me sinto bloqueado”. A partir do momento em que duas pessoas vão para a cama, estão assumindo que têm uma intimidade total.

FALAR PALAVRÃO

Tem gente que adora gritar obscenidades, principalmente na hora que o orgasmo está se aproximando. Há também quem abomina completamente essa prática. Sendo assim, converse com o (a) parceiro (a) antes para não haver problemas depois.

GRITAR

A mesma regra válida para o palavrão. É muito comum alguns homens dizerem que suas parceiras são frias e frígidas só por que elas não urram na hora H. Isso nada tem a ver.

Lembre-se daquele ditado: “Águas calmas, águas profundas”.

NAMORO

Um relacionamento para ser duradouro deve ser pontuado pelo namoro sempre. Não é por que conquistou, noivou e casou que o romantismo e a doçura dos velhos tempos tem que se extinguir. Muito pelo contrário. A grande queixa das mulheres casadas é a de que o companheiro já não é mais o mesmo e o relacionamento perdeu boa parte do romantismo.

Por isso, cavalheiros, antes que o pior aconteça, tome uma atitude e cubra sua mulher de amor, carinho e romantismo.

PAQUERA

É a grande fase do namoro. Geralmente, começa com inúmeras trocas de olhares. Isso pode durar minutos, horas, dias... até meses, quando os dois são muito tímidos, por exemplo. Depois, com a aproximação física, o contato se estreita e boa parte desse encanto vai por água abaixo. É uma pena!

RITUAIS

Não existe coisa mais prazerosa do que aquele ritual que se instala na vida amorosa e sexual de um casal. Só não pode deixar a rotina se apoderar da situação. Mas, de vez em quando, um strip-tease que a mulher faz antes das etapas finais é muito gostoso, não é mesmo?

TESÃO

Ou desejo. Quando se tem, se tem e ponto final. Quando não se tem, não é fácil disfarçar. O homem coitado, nem tem como, pois se não estiver com tesão não consegue ter ereção. A mulher, se souber fingir, pode até passar a impressão de que está tendo o orgasmo mais maravilhoso de sua vida. É uma das diferenças entre os dois sexos.

VIBRADOR

As mulheres solitárias fazem uso desse artefato para obter um pouco de prazer. Algumas até viciam nessa prática e saem por completo de circulação. Isso tem acontecido com mais freqüência, porque os homens são egoístas e só pensam no seu próprio prazer. A conseqüência não poderia ser mais desastrosa: a mulher se isola e tenta conseguir prazer a sua maneira, com os recursos de que dispõe.

sábado, 1 de agosto de 2009

Ganhei um selo de presente…

… da minha amiga Celene e gostaria de compartilhar com vários amigos. Mas como ainda sou novato nessa blogosfera fico meio perdidão. Não sei ainda como fazer isso dentro da ética do meio.

A Celene me passou o selo no dia 26 de julho, mas só agora eu consegui dar uma pausada no serviço e ir lá buscar o meu presente.

Aproveito para reforçar o meu pedido de desculpas à Celene pela minha aparente indelicadeza. É que estes últimos 10 dias têm sido de correria mesmo. Isso sem falar nos dias em que a depressão me pega de jeito e me derruba…

Então, com calma, vou selecionar alguns amigos e repassar o selo, OK?

Desculpem-me pelo “mau jeito”…

André

Selo

Será uma prova de amor???

Se a pessoa que você ama treme quando te abraça...

Se você sente seus lábios ardentes como brasas...

Se você sente a respiração dele/dela se agitar ofegante...

Se você vê os olhos dele/dela ferverem com um brilho especial...

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CAIA FORA, POIS É GRIPRE SUÍNA!!!

Frases feitas

Não sei como será a Terceira Guerra Mundial mas a Quarta será a paus e pedras.

(Albert Einsten)

Existem árvores e homens maus que só dão frutos a pauladas.

(Refrão popular)

A paz não pode ser mantida à força. Somente pode ser atingida pelo entendimento.

(Albert Einstein)

É loucura para o carneiro promover uma conferência de paz com o lobo.

(Thomas Fuller)

Não é lamentável que só possamos obter a paz preparando-nos para a guerra?

(John Kennedy)

Em tempos de paz, os filhos sepultam os pais; em tempo de guerra, os pais sepultam os filhos.

(Heródes)

A árvore quer a paz, mas o vento não a concede.

(Provérbio chinês)

A guerra, em princípio, é a esperança de que a gente vai se dar bem; em seguida, é a expectativa de que o outro vai se ferrar; depois, a satisfação de ver que o outro não se deu bem; e, finalmente, a surpresa de ver que todo mundo se ferrou.

(Karl Kraus)

Onde a paz está, Deus está; onde não, Lúcifer e Satanás.

(Refrão popular)

A paz, se possível, mas a verdade a qualquer preço.

(Lutero)

Prefiro a paz mais injusta à mais justa das guerras.

(Cícero)

Não existe mais calma que aquela gerada pela razão.

(Sêneca)

O vencedor é sempre amigo da paz.

(Karl von Clausewitz)

Estar preparado para a guerra é um dos meios mais eficazes de preservar a paz.

(George Washington)

Um homem procura olhar-se não nas águas que correm, e sim na água tranqüila, porque somente o que em si é tranqüilo pode dar tranqüilidade aos outros.

(Confúcio)

Ninguém deve ser elogiado pela sua bondade quando não tem forças para ser mau.

(La Rochefoucauld)

A luta para manter a paz é infinitamente mais difícil que qualquer operação militar.

(Anne O'Hare McCormick)

Paz: em questões internacionais, um período de trapaça entre dois períodos de luta.

(Ambrose Bierce)

Se a paz não puder ser mantida com honra deixa de ser paz.

(Bertrand Russel)